terça-feira, 28 de setembro de 2010
A raiva animal ainda mata mais de 55 mil pessoas por dia, uma a cada 10 minutos
A Aliança para o Controle da Raiva Animal informou que a doença mata mais de 55 mil pessoas todos os anos no mundo, o equivalente a uma morte a cada 10 minutos. A maioria dos casos ocorre na África e na Ásia. Segundo especialistas, os casos de raiva em seres humanos são 100% evitáveis através de tratamento médico adequado. As crianças são o maior grupo de risco, porque estão mais propensas a serem mordidas por cachorros com raiva. Esta terça-feira marca o Dia Mundial da Raiva 2010. O evento é apoiado pela Organização Mundial da Saúde e destaca o impacto da raiva e como evitar a enfermidade ao combatê-la nos animais. A raiva é uma doença viral transmitida ao homem por mordida, lambida ou arranhão de um animal infectado, principalmente cães, gatos, saguis e morcegos.
Iguanas encontradas em pacote dos Correios vão para o Zoo de SP
As duas iguanas encontradas dentro de uma caixa de Sedex (Serviço de Encomenda Expressa) dos Correios na noite desta segunda-feira (27) em uma agência no Parque do Carmo, Zona Leste de São Paulo, foram levadas para o Zoológico de São Paulo nesta terça-feira (28). Os animais seriam enviados para um endereço em Belo Horizonte, em Minas Gerais.
Os animais, de cerca de 25 centímetros, foram descobertos depois que o pacote passou por uma máquina de raio-x. Eles estavam imobilizados no interior da caixa, enrolados com jornal e gaze e presos com fita adesiva dos Correios em uma outra pequena caixa de plástico.
Funcionários dos Correios encontram iguanas em caixa de Sedex A polícia instaurou inquérito para descobrir o remetente e o destinatário dos animais. A pena para esse tipo de crime é de seis meses a um ano de prisão, além de multa.
Procurada na manhã desta terça, a assessoria de imprensa dos Correios informou que estava analisando o caso e ainda não se pronunciou sobre o ocorrido.
Os animais, de cerca de 25 centímetros, foram descobertos depois que o pacote passou por uma máquina de raio-x. Eles estavam imobilizados no interior da caixa, enrolados com jornal e gaze e presos com fita adesiva dos Correios em uma outra pequena caixa de plástico.
Funcionários dos Correios encontram iguanas em caixa de Sedex A polícia instaurou inquérito para descobrir o remetente e o destinatário dos animais. A pena para esse tipo de crime é de seis meses a um ano de prisão, além de multa.
Procurada na manhã desta terça, a assessoria de imprensa dos Correios informou que estava analisando o caso e ainda não se pronunciou sobre o ocorrido.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Raphael Marcilli, São Carlos, SP
“Chelsea, uma cadela mestiça de labrador com border colie foi atropelada quando tinha apenas 7 meses, em 31 de Agosto de 2000, e ficou paraplégica. Seus donos, em vez de sacrificá-la, levaram-na para o hospital da Cornell University, em Ithaca, no estado de Nova York, nos EUA, onde Chelsea foi operada.
Chelsea vive bem até hoje com a ajuda de uma cadeira de rodas e serve de inspiração para aqueles que enfrentam dificuldades como ela.”
Chelsea vive bem até hoje com a ajuda de uma cadeira de rodas e serve de inspiração para aqueles que enfrentam dificuldades como ela.”
Janaina Razera Fortes, Dionísio Cerqueira, SC
"Meu cachorrinho Flen é a alegria da nossa casa, ele veio de um lixão em São Paulo com o rabinho cortado e todo machucado, com apenas três meses. Uma das patinhas traseiras ele praticamente não mexia, com o tempo ele passou a andar direito, depois correr e agora derruba tudo pelo caminho!
Quando chegou nós descobrimos que ele tem um problema de estômago, nada parava na barriguinha dele. Depois descobrimos maneiras de fazer ele comer melhor, temos sempre que fazer massagens para ajudar a comida a parar no estomago e para ele não sentir dores.
Memos com esse histórico é um cachorrinho normal que adora enterrar coisas e brincar, correr e até falar ele fala!"
Quando chegou nós descobrimos que ele tem um problema de estômago, nada parava na barriguinha dele. Depois descobrimos maneiras de fazer ele comer melhor, temos sempre que fazer massagens para ajudar a comida a parar no estomago e para ele não sentir dores.
Memos com esse histórico é um cachorrinho normal que adora enterrar coisas e brincar, correr e até falar ele fala!"
Gabriela Maria Negreiros Albuquerque, Niterói, RJ
"Vitória é uma gatinha que apareceu na minha casa com apenas um mês de vida e com os dois olhos furados.
Minha família se comoveu e adotamos Vivi. Hoje ela está com seis meses, e apesar de suas dificuldades e limitações ela esta muito feliz e nós também porque amamos ela.
Minha família se comoveu e adotamos Vivi. Hoje ela está com seis meses, e apesar de suas dificuldades e limitações ela esta muito feliz e nós também porque amamos ela.
Flávia Rodrigues Pereira, São Bernardo do Campo, SP
"Após ser vítima de um atropelamento, minha cachorrinha Dolly -uma poodle que na época tinha 11 anos- teve um deslocamento na bacia e fraturas múltiplas. O veterinário para o qual a levamos disse que não podia ser feito muita coisa, tendo em vista a idade do cão e a gravidade do acidente, e que a possibilidade do animal voltar a andar era muito remota.
Apesar de tristes, fizemos o possível para animar a Dolly, que ficou com falta de apetite e melancólica, levando-a para passear nos seus locais preferidos mesmo que no colo , e sempre conversando e dando muito carinho.
No entanto a grande surpresa foi que em um mês e meio- no dia do meu aniversário- a Dolly voltou a andar normalmente. Foi um momento de grande alegria vê-la andando sem nenhum tipo de sequela. Logo, para quem passar por situação semelhante, é essencial acreditar na capacidade de recuperação do seu animalzinho. Com amor e carinho ele poderá ficar tão saudável quanto antes."
Apesar de tristes, fizemos o possível para animar a Dolly, que ficou com falta de apetite e melancólica, levando-a para passear nos seus locais preferidos mesmo que no colo , e sempre conversando e dando muito carinho.
No entanto a grande surpresa foi que em um mês e meio- no dia do meu aniversário- a Dolly voltou a andar normalmente. Foi um momento de grande alegria vê-la andando sem nenhum tipo de sequela. Logo, para quem passar por situação semelhante, é essencial acreditar na capacidade de recuperação do seu animalzinho. Com amor e carinho ele poderá ficar tão saudável quanto antes."
Defesa: Heigl doa quase dois milhões para animais
Katherine Heigl doou um milhão de dólares, o equivalente a um milhão e 800 reais, em uma nova iniciativa de Los Angeles para ajudar os animais.
A estrela de A verdade Nua a Crua mostrou seu carinho pelos bichinhos e falou sobre sua associação, a Jason Debus Heigl Foundation, que leva o nome de seu irmão, falecido em 1986 em um acidente de carro.
- Essa é uma ótima maneira de homenageá-lo. Ele [o irmão] também foi um verdadeiro advogado para os animais [...] O que está acontecendo não é só desumano e moralmente repreensível, é economicamente irresponsável. Matar não é a solução, falou a atriz indignada com o número de animais que morrem em abrigos, segundo divulgação do site Access Hollywood.
A estrela de A verdade Nua a Crua mostrou seu carinho pelos bichinhos e falou sobre sua associação, a Jason Debus Heigl Foundation, que leva o nome de seu irmão, falecido em 1986 em um acidente de carro.
- Essa é uma ótima maneira de homenageá-lo. Ele [o irmão] também foi um verdadeiro advogado para os animais [...] O que está acontecendo não é só desumano e moralmente repreensível, é economicamente irresponsável. Matar não é a solução, falou a atriz indignada com o número de animais que morrem em abrigos, segundo divulgação do site Access Hollywood.
domingo, 26 de setembro de 2010
Eutanásia
A eutanásia, segundo a veterinária Claudia, só é indicada para casos em que o animal tem algum tipo de deficiência muito grave que o impede, por exemplo, de se alimentar. Alguns tipos de vírus ou infecções também podem deixar a saúde do animal muito fraca. Além disso, há doenças graves que não têm tratamento. Nesses casos, a eutanásia pode ser analisada.
Tratamentos e cuidados
Para cada deficiência é indicado um tipo de tratamento. Animais com problemas de movimentação precisam passar por sessões de fisioterapia, além das cirurgias indicadas. Por causa do atrito diário e permanente com o chão, há a possibilidade de que apareçam algumas feridas na pele, conhecidas por escaras. Nesses casos, há necessidade do uso de pomadas e remédios indicados. Animais paraplégicos ou tetraplégicos devem receber cuidados especiais durante todo o dia, pois podem precisar de ajuda na hora da alimentação.
Quando o bichinho é cego, os obstáculos que podem ter em uma casa, como escadas e objetos de decoração, são os grandes vilões.
No entanto, todos esses cuidados e tratamentos especiais que têm de ser oferecidos são recompensados pela felicidade que o bichinho pode proporcionar. “Eles são como filhos e não há como medir esforços para deixá-los felizes. Além disso, os cuidados que você tem de ter com um animal especial não é tão diferente do que de um animal ‘normal’, diz a veterinária.
Como ajudar
A ONG Sava não possui abrigo próprio e todos os animais ficam nas casas das protetoras até conseguirem um lar. Os custos são pagos pelas doações dos associados e também pelas próprias protetoras. Diversas feiras de doação e bingos beneficentes são realizados todos os meses.
A ONG aceita todo tipo de ajuda: rações, medicamentos, vermífugos, xampus, sabonetes para sarna, jornais, casinhas, caminhas, roupinhas, guias e coleiras. Quantias em dinheiro são revertidas em castrações, vacinas e gastos veterinários (consultas, cirurgias, internações, medicamentos e hospedagem). O contato pode ser feito pelo site da ONG.
A eutanásia, segundo a veterinária Claudia, só é indicada para casos em que o animal tem algum tipo de deficiência muito grave que o impede, por exemplo, de se alimentar. Alguns tipos de vírus ou infecções também podem deixar a saúde do animal muito fraca. Além disso, há doenças graves que não têm tratamento. Nesses casos, a eutanásia pode ser analisada.
Tratamentos e cuidados
Para cada deficiência é indicado um tipo de tratamento. Animais com problemas de movimentação precisam passar por sessões de fisioterapia, além das cirurgias indicadas. Por causa do atrito diário e permanente com o chão, há a possibilidade de que apareçam algumas feridas na pele, conhecidas por escaras. Nesses casos, há necessidade do uso de pomadas e remédios indicados. Animais paraplégicos ou tetraplégicos devem receber cuidados especiais durante todo o dia, pois podem precisar de ajuda na hora da alimentação.
Quando o bichinho é cego, os obstáculos que podem ter em uma casa, como escadas e objetos de decoração, são os grandes vilões.
No entanto, todos esses cuidados e tratamentos especiais que têm de ser oferecidos são recompensados pela felicidade que o bichinho pode proporcionar. “Eles são como filhos e não há como medir esforços para deixá-los felizes. Além disso, os cuidados que você tem de ter com um animal especial não é tão diferente do que de um animal ‘normal’, diz a veterinária.
Como ajudar
A ONG Sava não possui abrigo próprio e todos os animais ficam nas casas das protetoras até conseguirem um lar. Os custos são pagos pelas doações dos associados e também pelas próprias protetoras. Diversas feiras de doação e bingos beneficentes são realizados todos os meses.
A ONG aceita todo tipo de ajuda: rações, medicamentos, vermífugos, xampus, sabonetes para sarna, jornais, casinhas, caminhas, roupinhas, guias e coleiras. Quantias em dinheiro são revertidas em castrações, vacinas e gastos veterinários (consultas, cirurgias, internações, medicamentos e hospedagem). O contato pode ser feito pelo site da ONG.
História de amor
A jornalista Isabela Campos, de 28 anos, sabe bem como é ter um cachorro deficiente em casa. No caso dela, a pastora belga chamada Pri perdeu o movimento das patas por causa de um problema de saúde.
“Após muitos exames foi diagnosticado que a Pri estava com necrose no fêmur e que em breve ela não iria mais andar. Claro que fiquei muito chateada, pois a Pri sempre foi uma cachorra muito brincalhona e adorava correr. Ela fez sessões de acupuntura e fisioterapia, mas infelizmente após seis meses ela parou de andar. Na época, muitos falaram em sacrificá-la, mas essa hipótese nunca passou pela cabeça de ninguém da família. Foi então que comecei a buscar outras alternativas que melhorassem a condição de vida dela. Para todos aqueles que me sugeriam sacrificá-la eu respondia: ‘Se seu filho parar de andar, você vai sacrificá-lo?’”
“Após muitos exames foi diagnosticado que a Pri estava com necrose no fêmur e que em breve ela não iria mais andar. Claro que fiquei muito chateada, pois a Pri sempre foi uma cachorra muito brincalhona e adorava correr. Ela fez sessões de acupuntura e fisioterapia, mas infelizmente após seis meses ela parou de andar. Na época, muitos falaram em sacrificá-la, mas essa hipótese nunca passou pela cabeça de ninguém da família. Foi então que comecei a buscar outras alternativas que melhorassem a condição de vida dela. Para todos aqueles que me sugeriam sacrificá-la eu respondia: ‘Se seu filho parar de andar, você vai sacrificá-lo?’”
ONG ajuda animal deficiente a achar novo lar em SP
Sissy foi atropelada e deixada em frente a uma clínica veterinária de São Paulo quando tinha apenas 2 meses. Por causa do acidente, teve inúmeras fraturas e machucados, mas a consequência mais grave foi a tetraplegia. Quando o final triste se desenhava, no entanto, a vira-lata foi adotada e ganhou um lar, carinho e dedicação.
Os tratamentos foram longos e cansativos. Mas para quem achou que ela não sobreviveria ou teria uma vida entediante por causa das limitações, o que se percebe, sem dúvida, é a sua imensa felicidade de viver.
Ter um animal deficiente em casa requer cuidados especiais. Inúmeros cachorros são abandonados todos os dias nas ruas da capital paulista. Os motivos são muitos: velhice, maus-tratos, hiperatividade, agressividade, deficiências ou até mesmo porque o dono não quer mais o bichinho. Segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de São Paulo, cerca de 50 animais, entre gatos e cachorros, são adotados por mês, na maioria filhotes. Se para um cachorro sem qualquer tipo de deficiência já é difícil ser adotado, imagine o tamanho da dificuldade em encontrar um novo lar para um animal com algum problema físico.
E é justamente esse o desafio da ONG Sava (Solidariedade à Vida Animal). Criada em 2006, a ONG, que é a primeira do país a cuidar especialmente de animais deficientes, realiza feiras de adoção de cachorros deficientes todos os meses. A presidente, Arlete Martinez, é protetora dos animais há 20 anos e resolveu criar a ONG ao perceber que esse tipo de animal precisa de uma dedicação especial. “Sou protetora há bastante tempo. A ideia surgiu da vontade de ajudar esses bichinhos, que, na maioria das vezes, passam a vida toda esperando um novo lar.”
As deficiências dos animais da ONG vão desde a cegueira até a paraplegia. A maioria fica deficiente após passar por maus-tratos. Os bichinhos são tratados com os recursos que a associação arrecada com suas protetoras e associados. E o custo não é baixo. “Temos cachorros, por exemplo, que passam por cirurgias que custam mais de R$ 1.000 e outros que precisam ficar internados em hospitais para cachorros, onde a diária custa em média R$ 60. Todos esses gastos são pagos por nós”, afirma Arlete.
A veterinária Claudia Vanessa Branco Rodriguez é uma das protetoras da ONG. Além de ajudar em ações do dia a dia, ela atende alguns desses animais sem cobrar nada pelo serviço em sua clínica. “Ajudo em tudo que posso. Inclusive, tenho três gatos deficientes em casa. É claro que eles têm limitações, mas, de maneira geral, não vejo diferença. Eles podem viver tão bem quanto qualquer outro.” Ainda de acordo com Claudia, esses bichinhos 'especiais' podem ser tão felizes quantos os animais sem nenhum tipo de deficiência, ou até mais. “Um cachorro paraplégico, por exemplo, não percebe que o cachorro com quem está brincando se movimenta com as quatro patas. Eles não percebem isso, não encontram obstáculos, vivem da forma que dá. Eles podem ser tão felizes quanto qualquer outro.”
Um dos gatos adotados pela veterinária é Bóris, que foi abandonado quando tinha 2 meses. Ele teve uma fratura na medula, que, segundo a veterinária, provavelmente foi causada por um “pisão” ou um chute. Agredido e muito machucado, ele foi abandonado na rua. Mas logo uma das protetoras da ONG o encontrou. Bóris chegou a passar por cirurgias, mas seu quadro era irreversível. Ele não tem o movimento das duas patas traseiras e se move apenas com as dianteiras. Mas esse “pequeno detalhe” não é um obstáculo para o bichano. “Ele corre, brinca, faz bagunça e quer atenção o dia inteiro. Até subir no arranhador ele sobe, e apenas com as duas patas que se movimentam”, diz a dona.
Os tratamentos foram longos e cansativos. Mas para quem achou que ela não sobreviveria ou teria uma vida entediante por causa das limitações, o que se percebe, sem dúvida, é a sua imensa felicidade de viver.
Ter um animal deficiente em casa requer cuidados especiais. Inúmeros cachorros são abandonados todos os dias nas ruas da capital paulista. Os motivos são muitos: velhice, maus-tratos, hiperatividade, agressividade, deficiências ou até mesmo porque o dono não quer mais o bichinho. Segundo o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de São Paulo, cerca de 50 animais, entre gatos e cachorros, são adotados por mês, na maioria filhotes. Se para um cachorro sem qualquer tipo de deficiência já é difícil ser adotado, imagine o tamanho da dificuldade em encontrar um novo lar para um animal com algum problema físico.
E é justamente esse o desafio da ONG Sava (Solidariedade à Vida Animal). Criada em 2006, a ONG, que é a primeira do país a cuidar especialmente de animais deficientes, realiza feiras de adoção de cachorros deficientes todos os meses. A presidente, Arlete Martinez, é protetora dos animais há 20 anos e resolveu criar a ONG ao perceber que esse tipo de animal precisa de uma dedicação especial. “Sou protetora há bastante tempo. A ideia surgiu da vontade de ajudar esses bichinhos, que, na maioria das vezes, passam a vida toda esperando um novo lar.”
As deficiências dos animais da ONG vão desde a cegueira até a paraplegia. A maioria fica deficiente após passar por maus-tratos. Os bichinhos são tratados com os recursos que a associação arrecada com suas protetoras e associados. E o custo não é baixo. “Temos cachorros, por exemplo, que passam por cirurgias que custam mais de R$ 1.000 e outros que precisam ficar internados em hospitais para cachorros, onde a diária custa em média R$ 60. Todos esses gastos são pagos por nós”, afirma Arlete.
A veterinária Claudia Vanessa Branco Rodriguez é uma das protetoras da ONG. Além de ajudar em ações do dia a dia, ela atende alguns desses animais sem cobrar nada pelo serviço em sua clínica. “Ajudo em tudo que posso. Inclusive, tenho três gatos deficientes em casa. É claro que eles têm limitações, mas, de maneira geral, não vejo diferença. Eles podem viver tão bem quanto qualquer outro.” Ainda de acordo com Claudia, esses bichinhos 'especiais' podem ser tão felizes quantos os animais sem nenhum tipo de deficiência, ou até mais. “Um cachorro paraplégico, por exemplo, não percebe que o cachorro com quem está brincando se movimenta com as quatro patas. Eles não percebem isso, não encontram obstáculos, vivem da forma que dá. Eles podem ser tão felizes quanto qualquer outro.”
Um dos gatos adotados pela veterinária é Bóris, que foi abandonado quando tinha 2 meses. Ele teve uma fratura na medula, que, segundo a veterinária, provavelmente foi causada por um “pisão” ou um chute. Agredido e muito machucado, ele foi abandonado na rua. Mas logo uma das protetoras da ONG o encontrou. Bóris chegou a passar por cirurgias, mas seu quadro era irreversível. Ele não tem o movimento das duas patas traseiras e se move apenas com as dianteiras. Mas esse “pequeno detalhe” não é um obstáculo para o bichano. “Ele corre, brinca, faz bagunça e quer atenção o dia inteiro. Até subir no arranhador ele sobe, e apenas com as duas patas que se movimentam”, diz a dona.
CCZ promove Feira de Adoção de gatos hoje na Praça Rui Barbosa
Hoje, das 9h às 13h, o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) realizará mais uma feira de adoção de animais, desta vez, exclusiva de gatos, na Praça Rui Barbosa. Vinte gatos adultos, castrados, estarão aptos para ganhar um novo lar. São animais recolhidos pelo CCZ por se encontrarem em situação de abandono, tendo sido vítimas de maus-tratos, perdidos ou por outros motivos.
Desde o início do ano foram adotados cerca de 400 cães e 323 gatos. A coordenação do CCZ esclarece que os animais passam por avaliação clínica, que analisa as condições de saúde para serem liberados para adoção.
Entretanto, os responsáveis pelo serviço alertam aos interessados, que antes de decidirem pela adoção de um desses animais tomem conhecimento dos cuidados exigidos tais como, higiene, saúde e disponibilidade para cuidá-lo e dispensar a devida atenção. O Centro de Controle de Zoonoses fica na Rua Henrique Hunzicker e o telefone para outras informações é o 3281-2646.
Desde o início do ano foram adotados cerca de 400 cães e 323 gatos. A coordenação do CCZ esclarece que os animais passam por avaliação clínica, que analisa as condições de saúde para serem liberados para adoção.
Entretanto, os responsáveis pelo serviço alertam aos interessados, que antes de decidirem pela adoção de um desses animais tomem conhecimento dos cuidados exigidos tais como, higiene, saúde e disponibilidade para cuidá-lo e dispensar a devida atenção. O Centro de Controle de Zoonoses fica na Rua Henrique Hunzicker e o telefone para outras informações é o 3281-2646.
sábado, 25 de setembro de 2010
Almada: Dezenas em protesto contra canil ilegal
Cerca de 30 pessoas manifestaram-se, este sábado, em frente a um canil ilegal, que alberga mais de uma centena de cães, na Charneca da Caparica, em Almada.
Mário Prol, um dos organizadores do protesto, explicou que o que se passa no canil Vale Cavala «é uma grave violação dos direitos dos animais». «Não podemos ficar de braços cruzados. Estamos aqui para chegar ao diálogo com o proprietário do canil, para que ele nos deixe ajudar na limpeza do espaço, e encontrar associações que procurem lares para os cães», afirmou, citado pela edição online do Público.
Já o proprietário do canil, José da Burra, garante que os animais são bem tratados e diz-se disposto a abrir as portas do canil na segunda-feira «a quem vier por bem» porque «não tem nada a esconder».
Mário Prol, um dos organizadores do protesto, explicou que o que se passa no canil Vale Cavala «é uma grave violação dos direitos dos animais». «Não podemos ficar de braços cruzados. Estamos aqui para chegar ao diálogo com o proprietário do canil, para que ele nos deixe ajudar na limpeza do espaço, e encontrar associações que procurem lares para os cães», afirmou, citado pela edição online do Público.
Já o proprietário do canil, José da Burra, garante que os animais são bem tratados e diz-se disposto a abrir as portas do canil na segunda-feira «a quem vier por bem» porque «não tem nada a esconder».
PMA apreende couros de animais silvestres e madeira ilegal
Policiais Militares Ambientais de Corumbá, em fiscalização ontem na região do Assentamento São Gabriel, quando se aproximaram do lote 98 um homem correu do local com um objeto na mão, entrando na mata.
Alertado para parar não obedeceu e em perseguição foi detido. Era Rodélcio da Cruz Adorna, de 40 anos, pequeno produtor, residente no assentamento.
Em vistoria no local foi encontrada uma munição deflagrada de arma de fogo calibre 38, mas não foi localizada a arma.
Em continuidade com a vistoria no lote foram encontradas madeiras em toras, palanques e motosserra sem autorização dos órgãos ambientais competentes e também foram encontrados 4 couros de animais silvestres que estavam na casa de Rodélio.
Foram apreendidos 8 palanques e 2 toras de madeira da espécie angico, 1 motosserra e 4 couros de animais silvestres da espécie veado. Rodélcio foi autuado administrativamente pelas infrações ambientais e recebeu multa no valor de R$ 2.600,00. Ele foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil e responderá pelos crimes cometidos, podendo pegar pena de detenção de até dois anos, além de multa.
Os materiais apreendidos também foram entregues na Delegacia para as providências cabíveis. Ele também responderá por crime de desobediência, por não ter atendido a ordem da polícia.
Alertado para parar não obedeceu e em perseguição foi detido. Era Rodélcio da Cruz Adorna, de 40 anos, pequeno produtor, residente no assentamento.
Em vistoria no local foi encontrada uma munição deflagrada de arma de fogo calibre 38, mas não foi localizada a arma.
Em continuidade com a vistoria no lote foram encontradas madeiras em toras, palanques e motosserra sem autorização dos órgãos ambientais competentes e também foram encontrados 4 couros de animais silvestres que estavam na casa de Rodélio.
Foram apreendidos 8 palanques e 2 toras de madeira da espécie angico, 1 motosserra e 4 couros de animais silvestres da espécie veado. Rodélcio foi autuado administrativamente pelas infrações ambientais e recebeu multa no valor de R$ 2.600,00. Ele foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil e responderá pelos crimes cometidos, podendo pegar pena de detenção de até dois anos, além de multa.
Os materiais apreendidos também foram entregues na Delegacia para as providências cabíveis. Ele também responderá por crime de desobediência, por não ter atendido a ordem da polícia.
Teresina tem 370 postos de vacinação de animais contra a raiva
Acontece neste sábado (25) o dia D de vacinação contra raiva em cães e gatos. De acordo com a Fundação Municipal de Saúde (FMS), a meta é imunizar cerca de 135 mil animais em todo município: 120 mil na zona urbana e 15 mil na zona rural. A abertura da campanha aconteceu no bairro Marquês, zona norte de Teresina, às 8h. Na zona rural a campanha será realizada nos dias 16 e 23 de outubro.
Ao todo estarão em funcionamento 370 postos de vacinação por toda Teresina, até às 5h da tarde. A FMS pretende ultrapassar, os 85% da cobertura vacinal que vem ocorrendo nos últimos anos.
Devem ser vacinados os cães e gatos com mais de dois meses de idade. Aqueles com menos de dois meses também podem ser vacinados com recomendação de reforço da vacina depois de 90 dias.
Ao todo estarão em funcionamento 370 postos de vacinação por toda Teresina, até às 5h da tarde. A FMS pretende ultrapassar, os 85% da cobertura vacinal que vem ocorrendo nos últimos anos.
Devem ser vacinados os cães e gatos com mais de dois meses de idade. Aqueles com menos de dois meses também podem ser vacinados com recomendação de reforço da vacina depois de 90 dias.
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